terça-feira, 18 de agosto de 2009

Gracias, Ney.

Deixo abaixo texto que mostra a ação do Deputado Ney Leprevost em realção ao fato comigo ocorrido na Venezuela. Segue:


Leprevost quer que Itamaraty exija desculpas formais do governo venezuelano ao escritor paranaense que foi vitima da policia “chavista”

“As novas gerações devem ser lembradas do mal que a ausência de liberdade já causou ao mundo”, afirma Ney

O deputado Ney Leprevost solidarizou-se com o escritor parananse Paulo Sandrini que foi vítima de terror e maus tratos por parte da polícia “chavista”, na semana passada.

Sandrini foi à Venezuela a convite do Instituto Cultural Brasil/Venezuela. Após uma semana de palestras, sem explicações, pediram seu passaporte e colocaram-no em um quarto fechado* durante mais de meia hora. “Vivi uma situação de violência psicológica, uma violência institucional, sobre a qual eu tinha debatido com os alunos na oficina”, afirmou Sandrini.

Recentemente, o consagrado escritor peruano Mario Vargas Llosa também foi vítima de maus tratos ao chegar à Venezuela. Sandrini foi proibido de fazer chamadas telefônicas no período em que ficou detido pela polícia política de Chávez e depois foi obrigado a assinar um documento atestando que não havia sido molestado.

“Cada vez mais eu me convenço de que agimos certo ao tornar este ditador persona non grata no Paraná. Ele não respeita o bom povo do seu país e muito menos os intelectuais que visitam a Venezuela. O Sandrini é uma revelação da literatura paranaense e foi vítima do preconceito e da intolerância que se estabelece em todos os Estados totalitários desde que Hitler foi parido”, afirma Ney.

“Repudio todos os regimes antidemocráticos, sejam de esquerda ou de direita. As novas gerações devem ser lembradas do mal que a ausência de liberdade causou ao mundo. Temos que ter uma postura humanitária e nos solidarizarmos aos nossos vizinhos venezuelanos, que estão sendo vítimas da arbitrariedade e da violência. Em minha opinião, o governo brasileiro tem uma postura muito dúbia ao não condenar o fechamento de rádios, televisões e jornais na Venezuela”, avalia Leprevost.
O parlamentar enviou hoje ofício ao Ministério das Relações Exteriores solicitando que o Itamaraty exija do Governo venezuelano um pedido formal de desculpas ao escritor Paulo Sandrini.


* Gostaria de um pequeno acréscimo: esse fato se deu no Aeroporto Simón Bolivar, eu estava sob suspeita de tráfico de drogas. Acrescento que só trazia comigo bons livros de escritores venezuelanos para divulgar no Brasil.


Juliana Hasse de Rezende Assessoria de Imprensa - Deputado Ney Leprevost
juliana@neyleprevost.com.br
(41) 3350 4192/ 8864 8265

Sofrer  degolas  diárias  nos  faz  criar  cada  vez  mais  artérias. Nunca  tem  fim. A  vida  é  vermelha. A  crueldade é  branca. O  azul...