sábado, 15 de agosto de 2009

Venezuela

Muitos já sabem do ocorrido comigo no aeroporto Simon Bolivar, na Venezuela. Estou aqui, meio sem forças, pra contar toda a história. Mas pretendo dar a versão final disso tudo. Por aí, em sites, alguns, creio que há distorções de alguns pequenos fatos. Normal, acontece. Certas coisas não devemos ficcionalizar. Triste é ver gente nos cometários do blog do Fábio Campana dizendo as mais puras besteiras. Em Curitiba é normal. Onde faltam mais ações culturais a brutalidade começa a imperar. Mas também há meus amigos daqui. Luci Collin, Rodrigo Machado, Dalcia Lessnau, Emerson Pereti, Renata Mele e muitos outros que me estão dando força. Muita força. Estou bem. E já dou risadas dos fatos. Aos que me querem pelas costas, as deixo aí disponíveis, mesmo porque em Curitiba não se sabe onde está o inimigo, às vezes ele parece ter te dado um tapinha nas costas por amizade, mas na verdade está lhe cravando um punhalzinho com veneno. No entanto, sou um indivíduo às claras. Digo o que tenho de dizer, gostem ou não. E faço o que acho que tenho de fazer culturalmente. Se é bom ou poderia ser melhor, não sei, faço o meu melhor. Esperando que outros também o façam. Uma cidade grande não pode viver de poucos cérebros como a nossa. Nem ficar escondidos. Vivemos aqui uma repressão cultural para a produção, no Paraná, sobretudo por parte do Governo do Estado. E estamos felizes. Levando a sério a máxima: "se eu não consigo fazer, melhor que ninguém faça". E digo mais, acredito que muitos dos malvadinhos desses comentários em blogs são aqueles que vivem por aí naquele eterno chororô de serem incompreendidos em seu super talento. Na verdade, Himmler ligava todos os dias para a sua mamãe dizendo que precisava de seu carinho e seus cuidados. Mas quando estava em serviço.... Agradeço muito aos meus verdadeiros amigos. Eles sabem quem são. Volto depois com o texto.
E depois do texto, esqueçamos isso e vamos adiante com nosso atraso.

Sofrer  degolas  diárias  nos  faz  criar  cada  vez  mais  artérias. Nunca  tem  fim. A  vida  é  vermelha. A  crueldade é  branca. O  azul...