quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Hora da diáspora (ou Requião com "mussi " dá um chocolate na cultura)

Está por aí, na mídia: Roberto Requião como forte candidato à presidência do país pelo PMDB (Partido da Mediocridade do Brasil). Não posso afirmar no que RR seria tão ruim para este país, só posso dizer que no campo da cultura, o Paraná vive como uma terra devastada. Árida. Com cortes de leis estaduais da cultura desde que o senhor Requião e sua secretária da cultura Vera Mussi puseram as mãos no poder há quase oito anos. O Paraná vai mal. Fora não ter leis estaduais, não se consegue praticamente nada (se não fizer parte de uma máfia formada no PR para captação de recursos federais) nem pela Lei Rouanet. Espero que a nossa classe média não seja tão ingênua, digo a classe média do Brasil todo, em eleger figuras do tipo Requião para colocar em Brasília. Creio que seja um retrocesso. Posso até me enganar, mas seu Requião em quase oito anos não me mostrou a que veio para uma política cultural e social genuína no estado, que continua com mentalidade agrária, retrógrada e até truculenta em seu discurso. Caros amigos, se esse senhor chegar à Brasília no lugar do Lula, é hora da diáspora. Se hoje pensamos em deixar o Paraná, no caso de alguns artistas ou intelectuais, mais à frente teremos mesmo de pensar em deixar o Brasil. Ao menos no meu caso isso é uma convicção. Onde estiver Requião e seu atraso, quero estar fora. Agora, pode ser que ele não se eleja, não seja mais candidato à presidente e tudo ficará melhor. Chega de governadores com cara de Meio Oeste estadunidense a nos deixar isolados do mundo em movimento.

Pequeno Gianluca.